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domingo, 21 de setembro de 2008

Sericita em fotos

















Sericitenses, precisamos de fotos de nossa querida SERICITA

Solicito a todos sericitenses que nos enviem fotos para serem publicadas neste jornal.

Este link vai reportar as fotos já publicadas e gostaria que muitas outras fotos fossem aqui publicadas. 

Por do sol observado da capoeira da Petita e outras fotos - Colaboraçção: Marcus Reis

Mais fotos de Sericita, colaboração: Laurivaldo Reis

Fotos aéreas de Sericita em 1970, colaboração do Marcus Reis

Fotos de Sericita 

Maravilhas naturais, colaboração: Marcus Reis

Fotos de família, do meu querido tio Adalgísio

Fotos de Sericita



Esqueci de alguma?
Espero que não e espero refazer esta coluna com suas fotos, sim, as suas fotos.
As suas, ou da sua família e/ou dos seus amigos, não importa, o importante é que sejam fotos de SERICITA e seus sericitences.

Obrigado, pela atenção, continuem colaborando com o Jornal de Sericita

Beijos às meninas e abraços aos marmanjos!


domingo, 14 de setembro de 2008

Fumo: até quando?

Escrevo sobre a necessidade de conter o tabagismo desde 1994. Embora cadente, o número de fumantes ainda é muito grande. Várias doenças malignas afetam os fumantes ativos e passivos -os que são obrigados a respirar a fumaça dos primeiros.
O maior prejuízo do tabagismo é para os que adoecem e sofrem intensamente antes de morrer. Mas há outras perdas. O cigarro ceifa a vida de jovens que fazem falta para o país. Ademais, gera enormes despesas.
Márcia Pinto, pesquisadora do Instituto Oswaldo Cruz, estima que o SUS gaste anualmente R$ 340 milhões para tratar 32 moléstias causadas pelo hábito de fumar.
Se forem incluídas todas as despesas que a sociedade tem com esses pacientes, a conta ultrapassa a casa de R$ 1 bilhão por ano.
Em boa hora, o governador José Serra enviou para a Assembléia Legislativa um projeto de lei que proíbe fumar em lugares fechados.
É preciso que essa lei pegue.
Lembro-me que, em 1996, o Congresso Nacional aprovou a lei 9.294, que proibia a prática do tabagismo em recinto coletivo, privado ou público, incluindo hospitais e postos de saúde, salas de aula, bibliotecas, recintos de trabalho coletivo, teatro e cinemas, assim como aeronaves e demais veículos de transporte coletivo. Infelizmente, decisões judiciais revogaram vários dos dispositivos da lei, enfraquecendo-a. José Serra, como ministro da Saúde (1998-2002), fez campanha contra o fumo. É um obstinado.
Em 2005, conseguiu a ratificação do Brasil ao acordo internacional da OMS de combate ao fumo. Sempre se preocupou com os enormes gastos para cuidar dos doentes do fumo, na maioria sem cura.
Como governador, ele volta ao tema. Acho que ele está certo. Afinal, as pessoas têm todo o direito de fumar, mas não têm o direito de fazer adoecer quem não fuma e, ainda por cima, fazer a sociedade financiar o seu vício. Cabe ao governo agir para reduzir os estragos nos indivíduos e nas finanças públicas.
Pesquisas realizadas nos Estados Unidos mostraram que a drástica redução do tabagismo alcançada naquele país deveu-se à combinação de (1) medidas coercitivas (como a pretendida) com (2) boas campanhas educativas nas escolas e com (3) programas de televisão que mostravam imagens pavorosas dos pulmões, boca e garganta dos que adoeceram pelo fumo.
A proibição por lei é um primeiro passo importante. Mas não se pode descuidar da educação e do que aterroriza os incautos.
As pessoas precisam ver a devastação que o tabagismo causa em seus organismos. Para lidar com um vicio poderoso, só com medidas mais poderosas

Texto de Antônio Ermírio de Moraes, na Folha de São Paulo de 14/09/08

http://www.antonioermirio.com.br/

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Asfaltando


Certo dia ouvi falar do tal asfalto que iria cobrir o solo de constituição não determinada. As máquinas rasgam a terra sem descanso, sem dor, faz desaparecer a terra marrom. Através de uma camada densa e negra perdia-se o contato direto com o solo. Os carros voam, o tempo de chegada ao destino é encurtado pelo chão preto, possibilitando o acesso mais rápido ao hospital mais próximo.
Grandes são os benefícios, as portas para o mundo foram abertas, não há mais confinamento. Meu avô aos 85 anos não esperava ver o asfalto nas estradas que tanto passeou. Eu vou vê-lo ser degradado pelas chuvas pelo uso constante e continuo...

Se o asfalto é feito para permanecer vários anos cobrindo o solo, o que pode significar se este se degradar rapidamente?

As obras de construção do asfalto estão paradas. Bom, o meu avô ficou muito feliz em ver o inicio das obras, talvez não veja seu término. Por quê? Esta pergunta parece ser um tanto quanto óbvia, em se tratando de envolvimento político. O motivo não está totalmente esclarecido, mas já é um fato corriqueiro no histórico de Sericita. É difícil visualizar e acreditar em outro motivo que não seja corrupção, já que todas as administrações que passaram em Sericita deixaram rastros bastante nítidos, só não vê quem tapas o olhos ou um burro que puxa uma carroça. As pessoas poderiam fazer algo para mudar essa triste condição, analisando as propostas dos candidatos, tirando dúvidas sobre o plano de governo, eleger o candidato certo. Bastante cômico e nem um pouco palpável os cidadãos tem o direito de reivindicar soluções que contribuam para melhoria da cidade, na realidade não é bem assim que acontece, a população sofre mandos e desmandos e a única solução é abaixar a cabeça e calar.
Sericita precisa mudar, mudar principalmente a forma de fazer campanha política. Culpo também as pessoas, aqueles em cima do muro esperando uma proposta em dinheiro para engordar o bolso.

Acreditar nas palavras de um político é dar ouvidos à mentira.

2 COMENTÁRIOS:

ANDRE disse...

ah...meu amigo esta história é velha,ja deveria ta no livro dos recordes, poxa! vespera de eleições é assim mesmo,mas asfalto e progresso pra cidade,só se for o dia que entrar alguém disposto a pensar na população e em si mesmo, e isso pode ou não acontecer. Que pelo visto ainda não aconteceu. saudades de seré,mas fico triste em saber que tudo continua do mesmo jeito,apenas interesses políticos e nada mais

(Ti-Luca) disse...

Então, pelo que estou vendo aqui http://200.198.22.36/der_novo/proacesso/detalhe_municipio.asp?munic=Sericita o asfalto está em andamento...ou não? Faz quanto tempo que está parado? Quanto tempo esteve em obras? A empreiteira PAVOTEC está recebendo regularmente, SERICITA-EN.BR/262 E PTE RIO SANTANA 22006-08A 200809 DC Tesouro 753.247,29...então o que está errado?

domingo, 7 de setembro de 2008

Erosão: a destruição do futuro

Viajar é sempre uma alegria e uma oportunidade de aprender sobre novas coisas, uma observação constante que sempre faço é o tamanho da erosão nas terras antes agricultáveis.

Uma estrada que sempre trilho é a Fernão Dias, que liga São Paulo a Belo Horizonte e observando as margens desta rodovia vemos rasgos enormes na terra, vemos uma faixa contínua de destruição do solo fértil. Esta destruição às margens da rodovia foi e é causada pela obras de terraplanagem e desaterro a que foram submetidas esta faixa ao longo da estrada, esta destruição ocorre em todo Brasil.
O governo de plantão na época na época da construção da estrada ainda não estava sensibilizado para esta questão ambiental e não exigiu o replantio com gramínea e outras plantas que pudessem diminuir os efeitos da erosão do solo.
Os governos posteriores nada fizeram e ainda nada fazem para reverter esta situação e até hoje continua a ação da chuva e do vento a erodir nosso patrimônio, sem se dar conta que esta terra que usamos hoje nós a tomamos emprestado de nossos netos e bisnetos, portanto precisamos tratar bem dela para a entregarmos em condições de uso.
Enquanto viajo, também vejo terras mais distantes também erodidas, antigas florestas destruídas transformadas em pastagens e agora perdendo toda sua fecundidade e sendo arrastada para o leito dos rios, onde causam o assoreamento.
Enquanto viajo, divago, como seria bom se os nossos governantes, nosso Ministro do Meio Ambiente se unisse ao Ministro da Agricultura e ao Ministro dos Transportes e adotasse um programa de reflorestamento destas margens de estrada.
Muito se fala em captura de CO² através de reflorestamento, então por que não começar pelas margens das rodovias?
Por que não abrir uma linha de crédito junto para que os proprietários possam reflorestar estas terras degradadas? Que ainda poderiam vender créditos de carbono.

Um sítio de amigo, um pedacinho de terra de apenas alguns hectares com ampla cobertura vegetal, com mata nativa, um pedaço de Mata Atlântica, uma pequena erosão, que ameaçava roubar terras aproveitáveis, foi contida e está a replantar no leito da erosão.

As medidas que fico a pensar dariam retorno para o proprietário das terras, para o governo e para toda a população, pois o reflorestamento de áreas degradadas evitaria o reflorestamento em terras mais produtivas, além do enorme benefício ambiental devido à captura do CO².

Vamos torcer para que minhas divagações sejam postas em prática e possamos entregar aos nossos descendentes, em boas condições de uso, este maravilhoso de planeta que é nossa casa comum.

Texto de José Geraldo da Silva

domingo, 31 de agosto de 2008

Corrupção: vamos dobrar nosso faturamento


Petropopulismo

PeTtropopulismo

A experiência mostra que o "bilhete premiado" do petróleo vira maldição quando recursos fluem para o assistencialismo

TIRAMOS um "bilhete premiado", afirmou o presidente Lula, na última quinta-feira, a respeito da descoberta de um novo manancial de petróleo em águas ultraprofundas. Não é por isso, acrescentou, que devemos "nos deslumbrar e sair por aí gastando o que ainda não temos".
A frase presidencial reflete um espírito de prudência que tem sido raro nos círculos oficiais, a começar do próprio Lula. Ainda assim, não é esclarecedora quanto ao modo com que "gastaremos" os recursos, quando eles finalmente estiverem à disposição -a produção nas novas jazidas, dizem os especialistas, só começará a ser relevante para o país por volta de 2014.
O evento de quinta-feira passada, voltado a uma platéia de empresários, acadêmicos e políticos, destinava-se a divulgar o ambicioso plano de investimentos do BNDES para os próximos quatro anos.
Nesse ambiente, Lula temperou arroubos retóricos com a correta disposição de encarar com "cautela" a descoberta do recurso energético abaixo da camada de sal. Insistiu, por exemplo, na importância de que o país não se transforme em mero exportador de óleo bruto, investindo na produção de derivados.
Não tem sido essa, contudo, a tônica dos discursos presidenciais em ocasiões mais festivas. Predomina a propaganda de que a descoberta petrolífera cairá como um maná redentor sobre a população brasileira -uma dádiva capaz de corrigir com rapidez a desigualdade social e a péssima qualidade do ensino público.
A preocupação em destinar os novos recursos para desenvolver o país e sua população pode parecer consensual. Sob a camada de obviedade, entretanto, é que se depositam os aspectos mais complexos da questão.
Após o retumbante sucesso eleitoral do Bolsa Família -que continua a render frutos aos candidatos a prefeito associados ao presidente no Nordeste-, difundiu-se nos meios políticos brasileiros a idéia de que transferir renda diretamente aos mais pobres é a política social "par excellence". Nada mais perigoso do que aplicar esse princípio, de resto cômodo, às receitas oriundas do petróleo -no caso, obviamente, de o Brasil tornar-se grande exportador.
Na Venezuela, que optou pelo petroassistencialismo, a população se acostumou a esperar do governo inchado e da estatal petrolífera compensações pecuniárias, alimentares e empreguistas. É restrita, naquele país, a capacidade de geração de postos de trabalho e de renda fora da indústria do petróleo -fora do Estado, portanto. Se o modelo permanecer, quando o petróleo acabar, no futuro, os venezuelanos estarão entregues à própria sorte.
A nação sul-americana é apenas um entre vários exemplos de países que não conseguem explorar sua extraordinária riqueza natural de forma a assegurar a prosperidade das gerações futuras. O "bilhete premiado", como às vezes acontece com pessoas despreparadas que de repente recebem uma fortuna, pode esconder uma maldição.
Editorial da Folha de São Paulo de 31/08/08


Leiam também o texto de Eduardo CPQ no blog do Luiz Nassif
de 30/08/08 10:16

AS RESERVAS DO MÉXICO FORAM DEPREDADAS EM APENAS 8 ANOS

Do longo artigo do Geólogo João Vitor Campos destaco dois parágrafos que explicam minha preocupação com a necessidade do país precisar deter o controle da produção. Neles é dito claramente que as reservas do México, muito importantes, foram predadas. Isto precisamos evitar.
Do João Vitor:

"Como resultado, as reservas mexicanas que atingiam 56,37 bilhões de barris em 1990, passaram a cair vertiginosamente a partir de 1995, passando de 50,78 bilhões a 12,62 bilhões em apenas 8 anos. Durante todo este tempo, o México figurou como o 2º maior exportador de óleo para os EUA, só perdendo para a Arábia Saudita.

O PRI, antigo partido mexicano da situação, usou estes dados para acusar o governo Vicente Fox de dar prioridade à exportação para obtenção de lucro a curto-prazo, adotando uma política de aceleração da produção de óleo em detrimento do interesse nacional em aumentar as reservas."

O texto diz tudo, não?
Liquidaram as reservas em míseros 8 anos!


Fonte: http://www.projetobr.com.br/web/blog/5

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Eleições 2008


Eleição no Mato

Foi realizada a convenção, de um lado Olívio João de Barro apoiado pelos caranguejos, do outro Antonio Sérgio Jibóia apoiados pelos próprios jibóias. A bicharada está animada providenciando os preparativos, alguns já estão arquitetando uma forma de negociar seu precioso voto.
Época boa essa, fartura a carroça que só transportava “gente”, agora transporta porco, gato, galinha, cachorro, preto, pobre, branco, época boa essa que tem seu término um tanto quanto rápido demais.

A divisão imposta pela política é tão pura e evidente, que limita o acesso e uso do próprio órgão público, acaba se tornando uma briga pessoal, prejudicando a própria população em geral.
A próxima eleição é daqui a quatro anos tempo curto para alguns, longo para outros. Antes de votar analisem bem as propostas dos candidatos e reza para ver se melhora alguma coisa pois, desde sempre, a única preocupação dos políticos é onde vão investir o nosso dinheiro.

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

COLABORADORES, precisamos de repórteres colaboradores

COLABORADORES, precisamos de repórteres colaboradores, se mais algumas pessoas quiserem ajudar este meio de comunicação serão muito bem-vindos/as.

Pago apenas com: muito obrigado, de coração, pois não ganho nenhum vintém, em compensação fico muito feliz em divulgar a nossa terrinha.


Candidatos, favor se apresentarem à redação deste Jornal de Sericita, deixando recado em comentários.

Obrigado, de coração
José Geraldo da Silva