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domingo, 11 de maio de 2008

Luciana


Estou no ano 2.000
Falando de amor prá você
Tomando coquetel Molotov
E comendo sanduíche de Brazil
...
Meu querido ABC
Não me esqueço de ti
Entre André's Bernardo's e Caetano's
Eu fiquei com Luciana
...
Em qualquer bar do Planeta
Vejo o nosso "filme" na tv
É tão legal meu amor
Quando nós sabemos o final
...
Estou no ano 2.000
Falando de amor prá você
Os meus conflitos ainda
Não foram para o divã
...
(Manoel Hélio)
...

sábado, 10 de maio de 2008

FHC, o FFHH, afirma que terceiro mandato seria abrir as portas para o autoritarismo

É mesmo um cara de pau, mudar a constituição para favorecer o FFHH pode, mas mudar a constituição a favor de outra pessoa é autoritarismo.

Leia esta reportagem da Isabela Vieira da Agência Brasil

O ex-presidente da República Fernado Henrique Cardoso afirmou hoje (30), no Rio de Janeiro, que a possibilidade de terceiro mandato "abre as portas para o autoritarismo" no país.

"Não tem um instituto do terceiro mandato. É mandato indefinido. Ora, mandato indefinido é abrir as portas para o autoritarismo, para o personalismo. Acho que não tem cabimento", criticou.

Para ele, oito anos são insuficientes para "mudar um país" e é preciso que as mudanças sejam feitas por vários presidentes e correntes políticas.

Fernando Henrique Cardoso disse ainda que a maturidade de um país passa pela alternância de poder entre os partidos políticos e pela continuidade desse processo. "Neste sentido, o Brasil é maduro."

O ex-presidente fez as declarações em entrevista à imprensa, pouco antes do lançamento da Comissão Latino-Americana sobre Drogas e Democracia.

Texto de Isabela Vieira da Agência Brasil
http://noticias.uol.com.br/ultnot/brasil/2008/04/30/ult23u2118.jhtm

Meu comentário:
É mesmo um cara de pau, mudar a constituição para favorecer o FFHH pode, mas mudar a constituição a favor de outra pessoa é autoritarismo.
Não sou favor da reeleição no Brasil, muito menos da perpetuação no poder, aqui não é Argentina, Peru, México, Paraguai, muito menos Cuba ou Venezuela, mas que o FFHH é um tremendo de um cara de pau, isto ele é.
Para conseguir a reeleição, fez a balança comercial ir pro brejo, mandou comprar votos de deputados para a mudança da constituição e agora vem com esta...
Ora faça-me o favor. Fica calado, que da sapiência dele eu não quero um tostão.

Ouça também o comentário de Carlos Chagas a respeito de FHC na Jovem Pan

FHC não se emenda e chama de golpe aquilo que ele mesmo fez!http://jovempan.uol.com.br/real/texto_comentaristas/20080503_131112.ram

sexta-feira, 25 de abril de 2008

O biocombustível provoca falta de alimentos e destrói a floresta amazônica

Haitianos continuar a comer bolinhos feitos de barro, óleo e açúcar.

Países produtores proíbem exportações de arroz para evitar desabastecimento do mercado interno desses países e a Argentina adotou idêntico procedimento com o trigo e os haitianos continuar a comer bolinhos feitos de barro, óleo e açúcar.
Estas duas proibições de exportações de alimentos comprovam o que este blogueiro afirma há muito tempo, em conversas com amigos e publicado em janeiro de 2007 e desmente categoricamente a afirmação de “nosso guia” sobre os biocombustíveis.
O que nossos palpiteiros de plantão em Brasília não perceberam e ainda fingem não ver é que para encher os tanques famintos dos automóveis no mundo inteiro com soja, milho, cana, beterraba, uva e outros alimentos seria preciso deixar a humanidade passar fome, pois a produção mundial de alimentos estava estabilizada até o começo do século 21, mas historicamente a produção de alimentos sempre foi deficitária e somente no século 20, com o uso de novas tecnologias e do adubo, é que o homem conseguiu produzir sobras confortáveis de alimentos, principalmente nos Estados Unidos da América do Norte.
Nos últimos séculos a escassez de algum alimento era compensada pela compra deste alimento no país que produzia em excesso, então quando o clima não era propício compensava-se a pequena safra .
pelos estoques reguladores, ou pela importação, até que o clima e as leis de mercado fizessem o ajuste.
Quero frisar que o excesso de produção era relativamente pequeno em comparação com o consumo global e também que as áreas agricultáveis já estavam e estão esgotadas na América do Norte, na Europa e Ásia, para expandir a produção agrícola e pecuária restavam o investimento em novas tecnologias e as terras ainda não aproveitadas da África, que está sempre em guerra tribal, resta também um pouco do cerrado e o semi-árido brasileiros.
A Austrália, está fora desta conta, pois enfrenta 6 anos de seca e os produtores rurais estão a vender o direito de uso da água, o que implica o comprometimento futuro dos plantios irrigados, pois na Austrália o direito de uso da água é mais importante que o valor das terras
Porém quando a maior economia do planeta resolve encher o tanque de seus automóveis com álcool produzido a partir do milho, e este é o fato novo, o fato desestabilizado da produção e oferta de alimentos, fica evidente que este milho fará falta no prato dos huamos.
Como vocês sabem, os norte-americanos consomem cereais, panquecas, bacon, frangos, hambúrgueres,carnes variadas de bovinos, suínos, aves, etc... todos alimentos cuja base é o milho, seja como ingrediente direto ou através da ração que alimenta os animais que produzem tais alimentos.
Agora que o “Tio Sam” resolveu abastecer o tanque de seus automóveis com etanol produzido pela fermentação e destilação do milho, então fica assim: consome-se mais milho e o preço do milho sobe, substitui-se o milho nos alimentos por soja e esta soja também é empregada para fazer bio-diesel, então todos outros alimentos sobem de preço.
E o Brasil e a cana-de-açúcar? O que temos a ver com isto?
Os defensores dos biocombustíveis alegam que a cana não prejudica a produção de alimentos. Isto não verdade.
O estado de São Paulo que é o maior produtor de álcool do Brasil planta cana em terras que antes eram cobertas por arroz, milho, feijão, soja, e pastagens para o gado. Os outros estados seguem a mesma trajetória, vão plantando cana em terras antes usadas para outras culturas.
A grande expansão agropecuária brasileira aconteceu por causa do emprego de novas tecnologias e a conquista do cerrado e o semi-árido irrigável artificialmente, mas agora a nova fronteira agrícola á a exterminação da floresta amazônica.
Alguns especialistas dizem que o Brasil poderia expandir sua produção de álcool utilizando novas tecnologias nas áreas já exploradas, mas tudo isto tem um limite, e aí entra a Amazônia com suas imensas terras inexploradas e é por isto que digo que os biocombustíveis serão a desgraça da Amazônia.
Os biocombustíveis são muito eficientes para um país como o Brasil onde existe abundância de terras para nós brasileiros,só nos brasileiros, mas não é suficiente para abastecer os automóveis do mundo inteiro, e certamente quando países que não tem as mesmas vantagens do Brasil, resolvem fazer etanol de milho, beterraba, etc. vão retirar alimentos da mesa dos habitantes deste pequenino planeta; aliás alguém já disse que se todos os países consumissem o equivalente ao consumo do americano, seria necessário dez planetas Terra para dar conta de tal desperdício.

José Geraldo da Silva

quarta-feira, 19 de março de 2008

Nova sede do CAPS de Santa Margarida

Parceria Prefeitura e Samarco

No último dia 17, foi inaugurada no município de Santa Margarida a nova sede do Centro de Atenção Psico-social. Em funcionamento desde 2002, o Centro oferece serviço de tratamento psiquiátrico e psicológico para pessoas de baixa renda. O local recebe encaminhamento do SUS de pacientes com distúrbios mentais.

Tínhamos uma sede alugada que não oferecia a estrutura ideal para esse tipo de serviço. Com o novo prédio poderemos atender aos pacientes de uma maneira mais adequada”, explica a psicóloga e coordenadora do Centro, Janine Lopes Carvalho.

A construção da nova sede foi definida em conjunto entre a Samarco e prefeitura de Santa Margarida. Mais de R$ 300 mil foram investidos na obra que irá beneficiar moradores de Santa Margarida, Matipó, Abre Campo e Sericita. Resultado das ações da Terceira Pelotizadora, a construção da nova sede do Centro de Atenção Psico-social reforça o compromisso da empresa com o desenvolvimento das regiões onde estão localizadas suas instalações industriais e por onde passa o mineroduto.

SAMARCO
Com sede em Belo Horizonte (MG), a Samarco tem como acionistas a Vale (maior exportadora de minério de ferro do mundo) e a BHP Billiton (terceira maior produtora mundial de minério de ferro), cada uma com 50% das ações. A empresa mantém unidades industriais em Mariana (MG), onde se localiza a Unidade de Germano, de mineração e beneficiamento e no município de Anchieta (ES), onde está a Unidade de Ponta Ubu, que compreende a etapa de pelotização e as instalações do porto.

Copiado do Portal Caparaó
http://www.portalcaparao.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=2453&Itemid=51

Separação quase termina em morte

José Celso Guimarães foi preso pela Polícia Militar de Sericita, na tarde desta segunda-feira. Ele tentou conta a vida da mulher, mas foi desarmado antes que conseguisse atirar.

Insatisfeito com a separação, José Celso foi até a casa em que a esposa Roseli Inácio Grisotemo Guimarães, 25 anos, trabalha como doméstica.

Armado com um revólver calibre 38 ele chegou a ameaçá-la de morte. No momento em que ia sacar a arma, foi impedido pelo patrão dele e pela companheira.

Sem o revólver, ele fugiu, mas acabou preso ainda durante a tarde e levado para a Delegacia de Polícia.

Do Potal Caparaó com texto de Carlos Henrique Cruz
portalcaparao@gmail.

domingo, 16 de março de 2008

Educação

Educação e Bolsa Família

Texto de Antônio Ermírio de Moraes

Os resultados de uma pesquisa recente, publicados pelo Estado, foram muito preocupantes. Eles dizem que os filhos dos que recebem Bolsa Família estão abandonando a escola precocemente ("Abandono escolar cresce entre dependentes do Bolsa Família", 9/3/08). Foi a pior notícia que li nos últimos tempos. Nada é mais urgente neste país do que uma boa educação. O pioneiro Bolsa Escola, criado pelo ex-prefeito de Campinas José Roberto Magalhães Teixeira, na década 90, foi um grande achado, porque introduziu um sistema de reciprocidade que deu como resultado a redução da evasão escolar: a família recebia um reforço de renda com o compromisso de manter seus filhos na escola e com bom aproveitamento. O então governador Cristovam Buarque introduziu o sistema na capital federal, e o presidente Fernando Henrique ampliou-o para todo o Brasil. Foi um sucesso. O programa ganhou a atenção internacional. A reciprocidade era o cerne daquela ação. Na pesquisa apresentada pelo Estado, a taxa de evasão escolar dos que recebem Bolsa Família cresceu entre 2002 e 2005. Em alguns casos, a taxa mais do que dobrou. Isso é grave, muito grave. O que está havendo? Os controles afrouxaram? A reciprocidade acabou? O valor da ajuda se deteriorou? O Bolsa Família paga R$ 58 por família e mais R$ 18 por filhos entre 0 e 15 anos nas situações familiares em que a renda per capita é inferior a R$ 60. Após os 15 anos, o filho deixa de receber a sua parcela. Na referida pesquisa, alguns professores afirmaram que muitos dos seus alunos só estão na escola por causa daquela ajuda. Assim que completam os 15 anos, vão embora. O Ipea indica também que a evasão mais alta é dos adolescentes mais velhos, o que levou o Ministério da Educação a estender o reforço de renda até os 17 anos. Com isso, o pagamento máximo para uma família subirá dos atuais R$ 112 para R$ 172, desde que ela mantenha na escola os seus filhos entre 15 e 17 anos. Se esse é o problema, tudo indica que o Brasil precisará ir aumentando o benefício do Bolsa Família para atingir seus objetivos. De um lado, a referida extensão tranqüiliza, porque manteremos os brasileiros na escola por mais tempo. De outro, preocupa, porque muitos ficarão na escola só para receber essa ajuda. Por isso, precisamos saber qual é o desempenho real dos alunos mais velhos mantidos com o Bolsa Família. Esse dado é essencial para saber o valor do programa nos dias de hoje. mailto:antonio.ermirio@antonioermirio.com.br



O país do faz-de-conta

Texto de Gilberto Dimenstein

É impossível travar um debate sobre o desempenho de um governo se o eleitor não entende porcentagem
A CADA ELEIÇÃO, OS JORNALISTAS tentam descobrir meios para tornar menos chatos os debates técnicos de programas de governo pelo simples e óbvio motivo de que o essencial, na disputa, deveriam ser as propostas dos candidatos. Saímos frustrados dessa batalha editorial porque sempre vence, com ampla diferença, o jogo de marketing, com a manipulação de emoções e as promessas faz-de-conta que desaparecem com a desmontagem dos palanques. Novamente, vamos nos frustrar na escolha dos futuros prefeitos.Uma das razões dessa inevitável frustração apareceu na semana passada, quando foi revelada a trágica falta de capacidade dos brasileiros de lidar com números.
Na quinta-feira, saíram os resultados das provas do Saresp (Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo), que revelaram que, na rede estadual de educação de São Paulo, apenas 4,3% dos alunos do terceiro ano do ensino médio apresentaram o conhecimento adequado de matemática -os demais 95,7% foram classificados no nível "abaixo do adequado". Para chegar ao "adequado", o estudante precisaria, por exemplo, fazer cálculos de porcentagem ou selecionar dados de um gráfico. É impossível travar um debate com um mínimo de objetividade sobre o desempenho de um governo se o eleitor não entende nem mesmo o que é uma porcentagem ou um simples gráfico.
Note que estamos falando de uma rede de educação de São Paulo, que está entre os primeiros lugares nos testes nacionais. Considere também que, neste artigo, selecionei apenas os alunos do último ano do ensino básico, um grau de escolaridade de uma minoria dos brasileiros. De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral, somos 127 milhões de eleitores, dos quais mais do que a metade (64 milhões) não conseguiu o diploma do ensino fundamental; desse total, 8,2 milhões não sabem ler nem escrever. No Nordeste, a média dos que não têm diploma do ensino fundamental sobe para 70%.
A subcidadania matemática do eleitor é visível cotidianamente no consumidor. Grupos financeiros vêm desenvolvendo programas de ensino de matemática para jovens e adultos. A razão é simples, e não é apenas por caridade educacional. Com a maior oferta de crédito popular, muita gente está se afundando em dívidas porque não sabe comparar o valor de cada prestação ao próprio salário. As financeiras querem que o indivíduo compre, mas não que ele quebre e dê o calote, daí seu ímpeto educativo. Se já é difícil para um indivíduo calcular se uma prestação o levará ao buraco, muito mais difícil é a escolha de um candidato ou a avaliação racional de uma gestão administrativa, baseada em indicadores.
O problema não é só votar com menos consciência, mas não saber, depois, fiscalizar os governantes. Isso ajuda a explicar por que escolas numa região tão desenvolvida como São Paulo ensinam tão pouco. Se todos os pais conseguissem entender o que sai dos testes educacionais, eles se indignariam, cobrariam atitudes dos governantes e se vingariam nas urnas -e seus filhos saberiam fazer contas, seriam melhores eleitores e não se deixariam enganar tão facilmente pelas baboseiras dos candidatos. A frustração dos jornalistas, então, seria amenizada porque eleitores atentos são bons leitores, e os programas dos candidatos não seriam de faz-de-conta.
Está aí o custo daquela brincadeira de que, no Brasil, o aluno faz de conta que aprende e a escola faz de conta que ensina -o resultado final é a cidadania do faz-de-conta.
PS - Há, no entanto, pelo menos dois motivos para comemorar :
1) Graças à linguagem simplificada, é possível saber como anda cada escola e compará-la às demais, estabelecendo um ranking, o que facilita a pressão. Vemos que, em lugares onde os professores estão mais comprometidos (faltam menos), são mais bem preparados, sabem usar o cotidiano para ilustrar as aulas e aproximam-se da comunidade, os resultados aparecem.
2) O teste vai servir para romper o pacto de mediocridade e premiar todos os funcionários da escola, com base, principalmente, no sucesso dos alunos. A implantação do prêmio por mérito faz sentido, porque os professores receberam, neste ano, materiais que estabelecem a expectativa de aprendizagem para cada série. Por causa desses dois motivos de comemoração e pela importância da rede pública de São Paulo, não tenho dúvidas em afirmar que estamos diante do mais importante projeto de renovação da educação brasileira.
gdimen@uol.com.br

Textos copiados da Folha de São Paulo de 16/03/2008

sábado, 9 de fevereiro de 2008

guillotin

Louis 51 que ponha a barba de molho.

Pode perder a cabeça, como Louis 16. Duzentas e Cinco Mil Pilas em supermercados. Vinte e Três Mil Cantantes de picanha argentina. Cento e Trinta Mil Carvões numa academia para os seguranças do Palácio do ABC. É o troco que vazou dos cartões corporativos dos pajens de Louis 51, Magnífica Alteza Imperial do País das Maravilhas. Há ainda modestos Seis Milhões de Dindins que somem na rubrica Presidência (mas não é "Império" ?) Despesa secreta, Caixa Dois, Segurança Nacional.

"Cortem-lhe a cabeça" sentenciaria a Rainha Louca, da "Alice", de igual País das Maravilhas. Louca nada, atinada. Por menos, cortaram as cabeças de Maria Antonieta e Louis 16, que escreveu no seu diário "Rien" ("Nada"), quando parou em Varennes na noite em que a Bastilha caiu, tomada por hordas de sans-culottes. Louis 16 também não sabia rien de tout (nada de nada), como seu póstero Louis 51 mais de um século depois. Mas capturado pela choldra, soube. A sentença extensiva à digníssima esposa Rainha Maria Antonieta separou as cabeças dos corpos em festança popular, aplaudida pela ralé aos uivos. A escória endeusa. Mitifica. Decapita. Santifica. Attention Louis 51!

Quem não conhece a História repete-a, primeiro como farsa e depois como tragédia, advertem marquescistas, adeptos do português Marques. Louis 51 decapitado será farsa e tragédia na mesma festa, ainda mais se extensiva à Rainha mãinha, recém-recauchutada e pronta para celebrações populares, como testemunhamos nas fotos da Veja.

Louis 51 e a Rainha mãinha surfam no furacão do farrão dos 11.500 cartões corporativos secretos, com que a zelite e a mídia golpistas tentam desmoralizar o mais bem avaliado governo nunca antes visto neççepaíz, reeleito com 62% de votos válidos, 68% de aprovação e 51% de "ótimo e bom" nas últimas pesquisas. Sem chance. A patuléia arrenega a má fé.

E daí que o Louis 51 e sua corte comeram e beberam Dezesseis Milhões de Tutus em um reles aninho ? E daí que a assessora para assuntos aleatórios, botox, lipo, fashion, cabelos, maquiage da mãinha capine Quinhentos Mil Bagos por mês, Cento e Cinquenta Mil na boca do cofre ? Iguais reformas e custos fossem para dona Rute e o pt derrubava o governo.

Les copains (a turma do copo) rolaram sobre quase Setenta e Seis Milhões de Carunchos, dos quais Cinquenta e Oito Milhões, vivos, escafederam-se pelo mau cheiro do ralo sem deixar pistas. Sumiram pelo (para o) ladrão.

O sinistro bernardo, do planejamento, mordeu Trinta e Cinco Milhões de Bagulhos, quase Três Milhões por mês. Farreou metade do farrão sózinho. Milhõezinhos abobalhados cairam nas redes do sinistro da pesca. A Premera Fia lurian torrou Cinquenta e Cinco Mil Pacotes na reforma da sua modesta habitação de Floripa.

A ex igual racial, que dançou lambusada pelo melado do corporativo, bóda (esposa do bode) respiratória, pobrinha, tem sucessor. O novo afrão é deputado, tem vários mandatos de vereador e um feito heróico -- desovou feriado novo, Dia do Zumbi, afinal é o governo dos trabalhadores. A defenestrada é autora da frase dita ao mundo na BBC: "Racismo de preto contra branco pode". Seu cartão hospedou-se em hotéis de luxo, biritou em botecos de truz, pagou compras em free shops e bocas livres em restaurantes de grife. Sua igualdade racial custou Cento e Oitenta Mil Cráu-Ni-Nóis no ano passado. Aplicou apliques em aluguéis de carro suficientes para montar uma frota, será a benedita? Deixou o cartão-tapioca babando de inveja. Admitiu que "errou", é cumpanhera errante a ser perdoada.

Um Bilhão e Setecentos Milhões de Jabaculês em diárias de viagem enchem as malas dos cumpanheros acertantes. A presidenta da Embratur cumpanherou 328 mil pecúnias num ano. FHC, o Príncipe, gastou mais do que Louis 51, acusa "nosso" franklin pelas bocas de aluguel da mídia chapa-branca.

Falô e diççe.

A cabeça de Louis 51 mantém-se sobre o pescoço. A minha não. No uso do meu direito constitucional à isonomia, exijo isonomia racial com a rataiada obesa.

GUILHOTINA JÁ!

De Ferreirá
Neil Ferreira é publicitárioneilferrei@gmail.com

No Diário do Comércio de 08/02/08

PT e PSDB 0 x 0

PT e PSDB dividem e disputam a hegemonia política do país há muitos anos. Isso não é novidade para ninguém. Foi na eleição de 1994 que os partidos se consolidaram como pólos do jogo democrático. Tudo indica que em 2010 continuará sendo assim -embora, sem Lula, Ciro Gomes possa romper a monotonia dessa gangorra.
Fernando Henrique, que ao longo da vida -como intelectual e político- viu coisas importantes antes dos outros, disse certa vez que PT e PSDB competiam para ser a locomotiva das forças do atraso no processo de modernização do país.
É verdade. Resta saber o que exatamente resultou das alianças políticas firmadas e dos compromissos assumidos por tucanos e petistas. Ou quanto eles próprios revelaram ser identificados com o atraso que prometiam combater. Não é um jogo muito bonito e deve acabar 0 x 0. A história fará melhor balanço.
O fato é que tucanos e petistas, como lembrou Elio Gaspari, se parecem no essencial. Mais, talvez, do que gostariam. Convergiram para o centro, tornaram-se pragmáticos e cínicos no exercício do poder.
O efeito dessa hegemonia tucano-petista sobre o pensamento crítico foi devastador. Quantos radicais do nada, quantos Fla x Flus imaginários! Mas tudo sempre pode piorar. Em termos de degradação moral e miséria intelectual, nada supera hoje certos blogs politicamente aparelhados por PT e PSDB.
Farei como falou um dia Demétrio Magnoli: não direi seus nomes, assim como não jogo lixo na rua. O pequeno dândi que serve a Lula e o grasnador a serviço do serrismo são, no fundo, a mesma pessoa. Um não existe sem o outro. Funcionam, além disso, como seitas virtuais, mobilizando um restrito grupo de seguidores ruidosos que costuma mimetizar até jargões e cacoetes ofensivos dos gurus. É lamentável.
No caldeirão fervilhante desse parajornalismo rebaixado, é impossível discernir o que é engajamento, o que é negócio e o que é só lobby de si mesmo. PT e PSDB -tudo a ver.

FERNANDO DE BARROS E SILVA na Folha de São Paulo de 09/02/08

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

MEU MODO DE SER

Não venha proibir o meu modo de ser
Dizendo o que eu devo dizer e não devo fazer
Ditando normas e conceitos
Querendo que eu tenha preconceitos de mim

Desrespeitar meus sentimentos
Escolher o que é melhor pra mim
Dizer que a minha roupa é antíquada
Que o meu cabelo fica melhor assim

Não quero assistir esse filme
Que você mostrar na tela
Que mostra castelos e sonhos
Esconde a realidade e a favela

Eu quero ter a liberdade
De enxergar a realidade
Não quero tapar o sol com a peneira, não
Quero ser livre e viver a minha maneira

(Carlos Benethi/Manoel Hélio)

www.tribunaescrita.blogspot.com/

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Carnaval movimenta as cidades da região

O Carnaval começa oficialmente hoje, mas já tem muita gente pulando sem parar, há vários dias, em Carangola, Simonésia, Ipanema, Abre Campo e Raul Soares. Em Manhuaçu, a galera do Mé-Açu abriu sua festa numa comemoração no Parque de Exposições da Ponte da Aldeia. Em Manhumirim, a Mula Atômica arrastou, na madrugada de hoje, pelas ruas do Centro centenas de foliões, que mostraram fôlego de sobra para dançar até quarta-feira de madrugada. Confira a programação na agenda do Portal Caparaó.

Carangola começou antes de todo mundo. A festa teve início na quarta-feira, mas ganha maior dimensão neste sábado e domingo. Em Raul Soares, os foliões já se divertem desde quinta-feira com shows e muita disposição.

Na cidade, blocos levantam a multidão, dando a exata medida do agito da folia em Raul Soares, que atrai gente de Belo Horizonte e de todos os municípios vizinhos.

Em Abre Campo, Caputira, São João do Manhuaçu e Matipó, a folia não é menos intensa. A cidade de Ipanema já respira animação na avenida Sete de Setembro. O palco anima os foliões e puxa blocos caracterizados e a bateria tradicional.

A animação corre solta em Simonésia. Conhecida por seus blocos, a cidade tem trio elétrico, bandas e os grupos tomando conta das ruas.

Em Manhumirim, a festa começou com bloco e tem muitos shows e animação numa programação com atividades durante o dia, a noite e até a madrugada. As bandas mostraram que têm fôlego para incendiarem a galera.

Carlos Henrique Cruz - 02/02/08 - 14:42 - portalcaparao@gmail.
Fonte Portal Caparaó