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domingo, 20 de abril de 2014
ROCK, BALADAS E POEMAS III
O nosso programa é transmitido todo 3.º domingo de cada mês, a partir das 22:00 horas pela rádio web MROCK
terça-feira, 15 de abril de 2014
quinta-feira, 10 de abril de 2014
TAPEAÇÃO EM CONFINS
"Nós podemos, vamos dizer, tapear as obras de modo que você melhore a operacionalidade sem terminá-las como um todo"
Presidente da Infraero assume que será preciso "tapear" obras não concluídas até a Copa
A pouco mais de dois meses do Mundial, o governo federal admitiu que parte das intervenções previstas para o aeroporto não ficarão prontas a tempo.
A ampliação da pista de pouso, por exemplo, não será entregue, assim como a conclusão da reforma do terminal de passageiros.
Também correm risco de não implementadas a expansão dos pontos de energia, disponibilização de internet sem fio gratuita de alta velocidade e instalação de câmeras no estacionamento.
"Nós podemos, vamos dizer, tapear as obras de modo que você melhore a operacionalidade sem terminá-las como um todo", afirmou o presidente da Infraero, Gustavo do Vale, em solenidade com a presença da presidente Dilma.
Do Vale garantiu que, com que será feito, haverá conforto e tranquilidade em Confins na Copa do Mundo.
Manchete principal d'O Estado de Minas de 08 de abril de 2014
sábado, 5 de abril de 2014
BARRIGA JORNALÍSTICA
A grande mídia nacional embarcou no resultado mentiroso da pesquisa manipulada do IPEA e ficaram "barrigudos", foi uma bela barrigada.
Desde a primeira linha que li no site da Folha em 27 de março eu sabia que a pesquisa foi manipulada e o resultado mentiroso.
Porém a Folha, o Estado, o Globo, Bandeirantes, o Fantástico, enfim quase todos, honrosa exceção a alguns blogueiros da Veja e outros independentes, embarcaram nesta canoa furado do instituto governista.
Como eu sabia que estava errado?
- Simples, sou brasileiro, vivo com os pés no chão, conheço meu povo, não vivo na lua.
Quem quiser conferir minha opinião acesse no facebook o grupo LEI 11.340 CONTRA A VIOLÊNCIA À MULHER
https://www.facebook.com/groups/leimariadapenha/10153930470080705
.
Está registrado que em 27/03/2014 às 18:54 eu já desmentia o resultado da pesquisa.
O novo número ainda está distorcido, 26% (VINTE E SEIS POR CENTO) ainda é muito, se a pergunta não fosse uma pegadinha, a resposta não seria nem SEIS por cento, talvez batesse no menos do que UM por cento.
Se a pegunta fosse:
- Mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser estupradas?
- Não - 99%
- Sim - 1%
Nestes 1% a maioria seria de mulheres que não toleram a concorrência das periguetes.
José Geraldo
A grande mídia nacional embarcou no resultado mentiroso da pesquisa manipulada do IPEA e ficaram "barrigudos", foi uma bela barrigada.
Desde a primeira linha que li no site da Folha em 27 de março eu sabia que a pesquisa foi manipulada e o resultado mentiroso.
Porém a Folha, o Estado, o Globo, Bandeirantes, o Fantástico, enfim quase todos, honrosa exceção a alguns blogueiros da Veja e outros independentes, embarcaram nesta canoa furado do instituto governista.
Como eu sabia que estava errado?
- Simples, sou brasileiro, vivo com os pés no chão, conheço meu povo, não vivo na lua.
Quem quiser conferir minha opinião acesse no facebook o grupo LEI 11.340 CONTRA A VIOLÊNCIA À MULHER
https://www.facebook.com/groups/leimariadapenha/10153930470080705
.
Está registrado que em 27/03/2014 às 18:54 eu já desmentia o resultado da pesquisa.
O novo número ainda está distorcido, 26% (VINTE E SEIS POR CENTO) ainda é muito, se a pergunta não fosse uma pegadinha, a resposta não seria nem SEIS por cento, talvez batesse no menos do que UM por cento.
Se a pegunta fosse:
- Mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser estupradas?
- Não - 99%
- Sim - 1%
Nestes 1% a maioria seria de mulheres que não toleram a concorrência das periguetes.
José Geraldo
sábado, 29 de março de 2014
Linchamento pros estupradores
José de Souza Martins escreve:
A LEI DA MADEIRA
Num país em que a pseudocidadania não dá à mulher proteção contra o estupro, valores arcaicos a protegem, a seu modo, com a cultura da vingança e do castigo
A LEI DA MADEIRA
Num país em que a pseudocidadania não dá à mulher proteção contra o estupro, valores arcaicos a protegem, a seu modo, com a cultura da vingança e do castigo
Os ataques de homens a mulheres no metrô e nos trens da CPTM mostram quanto ainda estamos longe de reconhecer a mulher como ser de direitos iguais e universais. Os agressores foram, num caso, um universitário, desempregado, residente na periferia. No outro, um técnico de informática e um engenheiro, igualmente jovens, que fotografavam as partes íntimas das vítimas na escadaria do metrô. Colhiam material visual para usar na internet.
A Delegacia de Polícia do Metropolitano (Delpom) vem monitorando esse ativismo nas redes sociais. Uma página no Facebook, que se chama "Os Encoxadores" e estimula esse tipo de agressão contra passageiras de trem e metrô, tem mais de 12 mil seguidores. Trata-se, pois, de um movimento coletivo motivado por propósitos perversos e antissociais. Só neste ano, a Delpom já registrou 22 casos de ataques a mulheres em trens e estações, dos quais apenas um, o do universitário, foi classificado como estupro, sendo os demais definidos como importunação ofensiva ao pudor.
Dois dias antes da ocorrência na Estação da Luz houve uma tentativa de linchamento no outro extremo do País, em Boa Vista, Roraima. O sujeito arrastara para um matagal e tentara estuprar uma adolescente que fora levar a irmã à escola e voltava para casa. Ela escapou e pediu socorro, o que provocou o ajuntamento de vizinhos furiosos, que atacaram o estuprador a socos, pontapés e pauladas. Açulados pelas mulheres, os linchadores o despiram e lhe enfiaram um pedaço de madeira no ânus. Desmaiado, sangrando, foi amarrado e arrastado pelas ruas. Alguém filmou a ocorrência e colocou as imagens no YouTube, o que vem se tornando cada vez mais frequente.
A violência contra a mulher, longe de regredir, aumenta. Também modernizada, amplia-se na forma e no alcance, anula direitos lentamente conseguidos. Cada vez mais os agressores agem como se agredir as mulheres fosse um direito, como se a mulher fosse um ser de segunda categoria, mero objeto à disposição do homem. Os casos que vêm ocorrendo no metrô e na ferrovia envolvem como agressores pessoas da classe média, da qual amplo setor chega ao uso dos recursos e equipamentos do mundo moderno sem que sua mentalidade também tenha chegado lá, mesmo tendo curso superior. Chegaram à internet, mas não à civilização. São pessoas que têm uma relação patológica com os meios da modernidade.
Numa sociedade historicamente originária da cultura mutilante e repressiva da escravidão, que se disseminou para todo o conjunto das chamadas classes subalternas, e não só para elas, era de se esperar que a progressiva ampliação da liberdade civil e cidadã encontrasse um obstáculo no próprio novo suposto cidadão. Há muitas manifestações das consequências do desencontro entre o que se era e o que ainda não se é, apesar do progresso. A liberalidade dos tempos atuais, entendida como permissividade, como triunfo do mais forte ou do mais esperto e atrevido contra o mais frágil e simples, criou e difunde a curiosa concepção de que aqui as pessoas só têm direitos, nenhum dever.
O caso de Roraima, no outro extremo, contrasta com a benevolência liberalizante de classificar a agressão contra a mulher como mera importunação ofensiva ao pudor. Não se trata de adotar a lei do cão. O caso de Roraima e de numerosos outros semelhantes envolvendo o linchamento do agressor, documenta antropologicamente que a população, baseada no costume e na tradição, tem uma tolerância bem menor em relação a essa violência e adota extremo rigor no conceito de justiça com que a pune. Embora o índice de mortos e feridos em linchamentos em geral seja quase igual ao registrado em linchamentos motivados por estupro, o índice dos que escapam é de 8,2% num caso e de apenas 2,9% em outro, o que bem indica quanto o estupro é mais violentamente punido em comparação a outros motivos para linchar. É significativo que no caso de linchamentos de presos por estupro por outros presos o índice de mortos e feridos seja de 80%, dois terços dos quais de mortos. Mesmo os presos têm dificuldade em conviver com alguém que tenha praticado esse tipo de crime.
O estupro não é para a população apenas a consumação física da agressão sexual, mas também a violência simbólica do desrespeito. Muito mais grave do que para a classe média adventícia, cujos valores dominantes são os do mundo do consumo e não os do mundo da pessoa, o mundo das coisas e não o dos humanos. Os linchadores tendem a punir por igual tanto o estupro quanto o desrespeito. É que a mulher em nossa cultura tradicional é mais que o ser biológico. É também depositária da sacralidade da reprodução, o que a torna sexualmente intocável, a não ser nos ritos próprios do casamento e da procriação. O que não tira do vínculo sexual tudo aquilo que lhe é próprio e toda a alegria que é própria do amor. Portanto, num país em que a pseudocidadania, mais de discurso do que efetiva, ainda não conferiu à mulher toda proteção a que tem direito, os valores arcaicos da sociedade tradicional a protegem, a seu modo, na cultura da vingança e do castigo definitivo.
JOSÉ DE SOUZA MARTINS É SOCIÓLOGO, PROFESSOR EMÉRITO DA FACULDADE DE FILOSOFIA DA USP E AUTOR, ENTRE OUTROS, DE A SOCIOLOGIA COMO AVENTURA
D'O Estado de São Paulo de 22/03/2014
D'O Estado de São Paulo de 22/03/2014
domingo, 16 de março de 2014
Baú do Cloves Coelho
O Ivan Coelho me enviou as fotos desta publicação que foram cedidas pelo Cloves Coelho.
Não consegui dar nomes às pessoas, caso alguém se identifique ou identifique algum conhecido eu corrijo.
Igreja Matriz na praça da Matriz, a praça foi chamada de Belarmina Pinho Coelho,
Não consegui dar nomes às pessoas, caso alguém se identifique ou identifique algum conhecido eu corrijo.
Antigo beco onde ficava a venda do Neneco Cirilo, saída de Sericita para Pedra Bonita,
atual rua José Batista de Lima
Foto contrária, ou seja de Pedra Bonita para Sericita
Antigo beco onde fica a venda do João Queiroz, atual rua José Batista de Lima
Igreja Matriz na praça da Matriz, a praça foi chamada de Belarmina Pinho Coelho,
depois rebatizada para praça Santa Rita de Cássia
Igreja Matriz na praça da Matriz, a praça foi chamada de Belarmina Pinho Coelho,
depois rebatizada para praça Santa Rita de Cássia
Antiga rua Principal, depois chamada de rua Jequitibá, onde se vê a venda do Lulu e a casa da Angelina
Oficina do Zizim mecânico, ao alto á direita vemos a antiga estrada Sericita/Pedra Bonita
Lulu Coelho em café
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
MENSALÃO: SANHA REFORMADORA, REVISÃO CRIMINAL, ABSOLVIÇÃO E PEDIDO DE INDENIZAÇÃO
SUPERIOR TRIBUNAL PETISTA
Se o PT ganhar a próxima eleição terá oportunidade de indicar mais ministros petistas.
Então não será mais SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTIÇA e sim
STP = SUPREMO TRIBUNAL PETISTA
***
Quadrilha é quando mais de três miseráveis se reunem para assaltar um posto de gasolina, um restaurante, mas se alguns engravatados se reunem para assaltar os cofres públicos são apenas componentes do ParTido
***
SANHA REFORMADORA: REVISÃO CRIMINAL, ABSOLVIÇÃO E PEDIDO DE INDENIZAÇÃO
O céu é o limite
Advogados de condenados no mensalão confirmam, em caráter reservado, que já se articularam para pedir a revisão criminal do julgamento da ação. A possibilidade foi levantada na sessão de ontem do STF (Supremo Tribunal Federal) pelo ministro Gilmar Mendes. Os criminalistas vão esperar a aposentadoria de Joaquim Barbosa, que abrirá mais uma vaga na corte, para ingressar com uma nova ação alegando erro judiciário e pedindo que sejam anuladas as condenações.
De Vera Magalhães na coluna Painel da Folha de São Paulo de 28/02/2014
Na mesa edição da Folha a Eliane Cantanhêde também apoia este tese:
Dirceu está em condições de dar um outro drible na condenação, aproveitando o novo equilíbrio interno no Supremo: a "revisão criminal".
Significa entrar com recurso para uma nova apreciação das outras condenações, mesmo depois de tramitado em julgado. Está previsto no Código do Processo Penal e no Regimento Interno do STF. Você aí, então, pode ir se preparando para a absolvição e, da absolvição, para a santificação.
***
Assistam o desabafo do Joaquim Barbosa
Se o PT ganhar a próxima eleição terá oportunidade de indicar mais ministros petistas.
Então não será mais SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTIÇA e sim
STP = SUPREMO TRIBUNAL PETISTA
***
Quadrilha é quando mais de três miseráveis se reunem para assaltar um posto de gasolina, um restaurante, mas se alguns engravatados se reunem para assaltar os cofres públicos são apenas componentes do ParTido
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SANHA REFORMADORA: REVISÃO CRIMINAL, ABSOLVIÇÃO E PEDIDO DE INDENIZAÇÃO
O céu é o limite
Advogados de condenados no mensalão confirmam, em caráter reservado, que já se articularam para pedir a revisão criminal do julgamento da ação. A possibilidade foi levantada na sessão de ontem do STF (Supremo Tribunal Federal) pelo ministro Gilmar Mendes. Os criminalistas vão esperar a aposentadoria de Joaquim Barbosa, que abrirá mais uma vaga na corte, para ingressar com uma nova ação alegando erro judiciário e pedindo que sejam anuladas as condenações.
De Vera Magalhães na coluna Painel da Folha de São Paulo de 28/02/2014
Na mesa edição da Folha a Eliane Cantanhêde também apoia este tese:
Dirceu está em condições de dar um outro drible na condenação, aproveitando o novo equilíbrio interno no Supremo: a "revisão criminal".
Significa entrar com recurso para uma nova apreciação das outras condenações, mesmo depois de tramitado em julgado. Está previsto no Código do Processo Penal e no Regimento Interno do STF. Você aí, então, pode ir se preparando para a absolvição e, da absolvição, para a santificação.
***
Assistam o desabafo do Joaquim Barbosa
sábado, 22 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
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