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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

MENSALÃO: SANHA REFORMADORA, REVISÃO CRIMINAL, ABSOLVIÇÃO E PEDIDO DE INDENIZAÇÃO

SUPERIOR TRIBUNAL PETISTA
Se o PT ganhar a próxima eleição terá oportunidade de indicar mais ministros petistas.
Então não será mais SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTIÇA e sim
STP = SUPREMO TRIBUNAL PETISTA

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Quadrilha é quando mais de três miseráveis se reunem para assaltar um posto de gasolina, um restaurante, mas se alguns engravatados se reunem para assaltar os cofres públicos são apenas componentes do ParTido

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SANHA REFORMADORA: REVISÃO CRIMINAL, ABSOLVIÇÃO E PEDIDO DE INDENIZAÇÃO
O céu é o limite
Advogados de condenados no mensalão confirmam, em caráter reservado, que já se articularam para pedir a revisão criminal do julgamento da ação. A possibilidade foi levantada na sessão de ontem do STF (Supremo Tribunal Federal) pelo ministro Gilmar Mendes. Os criminalistas vão esperar a aposentadoria de Joaquim Barbosa, que abrirá mais uma vaga na corte, para ingressar com uma nova ação alegando erro judiciário e pedindo que sejam anuladas as condenações.
De Vera Magalhães na coluna Painel da Folha de São Paulo de 28/02/2014

Na mesa edição da Folha a Eliane Cantanhêde também apoia este tese:
Dirceu está em condições de dar um outro drible na condenação, aproveitando o novo equilíbrio interno no Supremo: a "revisão criminal".
Significa entrar com recurso para uma nova apreciação das outras condenações, mesmo depois de tramitado em julgado. Está previsto no Código do Processo Penal e no Regimento Interno do STF. Você aí, então, pode ir se preparando para a absolvição e, da absolvição, para a santificação.

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Assistam o desabafo do Joaquim Barbosa



terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Ordem ou barbárie?

RACHEL SHEHERAZADE escreve
O menor infrator é sempre protegido por legiões de ONGs piedosas. O bandido é sempre vítima e nós somos cruéis algozes desses infelizes
O fenômeno da violência é tão antigo quanto o ser humano. Desde sua criação (ou surgimento, dependendo do ponto de vista), o homem sempre esteve dividido entre razão e instinto, paz e guerra, bem e mal.

Há quem tente explicar a violência, a opção pela criminalidade, como consequência da pobreza, da falta de oportunidades: o homem fruto de seu meio. Sem poder fazer as próprias escolhas, destituído de livre-arbítrio, o indivíduo seria condenado por sua origem humilde à condição de bandido. Mas acaso a virtude é monopólio de ricos e remediados? Creio que não.


Na propaganda institucional, a pobreza no Brasil diminuiu, o poder de compra está em alta, o desemprego praticamente desapareceu... Mas, se a violência tem relação direta com a pobreza, como explicar que a criminalidade tenha crescido em igual ou maior proporção que a renda do brasileiro? Criminalidade e pobreza não andam necessariamente de mãos dadas.


Na semana passada, a violência (ou a falta de segurança) voltou ao centro dos debates. O flagrante de um jovem criminoso nu, preso a um poste por um grupo de justiceiros deu início a um turbilhão de comentários polêmicos. Em meu espaço de opinião no jornal "SBT Brasil", afirmei compreender (e não aceitar, que fique bem claro!) a atitude desesperada dos justiceiros do Rio.


Embora não respalde a violência, a legislação brasileira autoriza qualquer cidadão a prender outro em flagrante delito. Trata-se do artigo 301 do Código de Processo Penal. Além disso, o Direito ratifica a legítima defesa no artigo 23 do Código Penal.


Não é de hoje que o cidadão se sente desassistido pelo Estado e vulnerável à ação de bandidos. Sobra dinheiro para Cuba, para a Copa, mas faltam recursos para a saúde, a educação e, principalmente, para a segurança. Nos últimos anos, disparou o número de homicídios, roubos, sequestros, estupros...

Estamos entre os 20 países mais violentos do planeta. E, apesar das estatísticas, em matéria de ações de segurança pública, estamos praticamente inertes e, pior: na contramão do bom senso!


Depois de desarmar os cidadãos (contrariando o plebiscito do desarmamento) e deixá-los à mercê dos criminosos, a nova estratégia do governo, por meio do Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana, é neutralizar a polícia, abolindo os autos de resistência.


Na prática, o policial terá que responder criminalmente por toda morte ocorrida em confronto com bandidos. Em outras palavras, é desestimular qualquer reação contra o crime. Ou será que a polícia ousará enfrentar o poder de fogo do PCC (Primeiro Comando da Capital) ou do CV (Comando Vermelho) munida apenas de apitos e cassetetes?


Outra aliada da violência nossa de cada dia é a legislação penal: filha do "coitadismo" e mãe permissiva para toda sorte de criminosos. Presos em flagrante ou criminosos confessos saem da delegacia pela porta da frente e respondem em liberdade até a última instância.


No Brasil de valores esquizofrênicos, pode-se matar um cidadão e sair impune. Mas a lei não perdoa quem destrói um ninho de papagaio. É cadeia na certa!


O ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), o Estatuto da Impunidade, está sempre à serviço do menor infrator, que também encontra guarida nas asas dos direitos humanos e suas legiões de ONGs piedosas. No Brasil às avessas, o bandido é sempre vítima da sociedade. E nós não passamos de cruéis algozes desses infelizes.


Quando falta sensatez ao Estado é que ganham força outros paradoxos. Como jovens acuados pela violência que tomam para si o papel da polícia e o dever da Justiça. Um péssimo sinal de descontrole social. É na ausência de ordem que a barbárie se torna lei.


quinta-feira, 7 de novembro de 2013

O assédio cubano

  • Oficiais lotados no Ministério da Defesa tentaram neutralizar a atuação dos civis petistas que facilitam a parceria com os cubanos na área das informações estratégicas

A inteligência militar brasileira está inquieta. Diplomatas de Cuba vêm assediando funcionários de missões diplomáticas brasileiras no exterior, em busca de informações sobre: (a) a expansão do esforço antidrogas do Brasil na América do Sul, em substituição ao papel antes desempenhado pelo governo americano — fato que ocorre, por exemplo, na Bolívia; (b) a real medida da resistência brasileira à importação de médicos cubanos; (c) os motivos que levam a maioria dos formadores de opinião do país a se entrincheirar contra o chavismo.

Tal aproximação representaria o início de um processo de infiltração da inteligência cubana no Brasil, já que, em Havana, o recrutamento de diplomatas para serviços de coleta de informações é rotineiro.
Recentemente, oficiais lotados no Ministério da Defesa tentaram neutralizar a atuação dos civis petistas que facilitam a parceria com os cubanos na área das informações estratégicas. Mas não conseguiram. Tais servidores parecem ser irremovíveis, e não porque tenham sido nomeados pela presidente Dilma Rousseff, mas porque fazem parte da cota pessoal do ex-presidente Lula na administração federal.
O pessoal do G2 — Seguridad del Estado — e da contraespionagem militar cubana teve facilidade em dominar o aparato de segurança interna e a contraespionagem venezuelanos, porque lá o chavismo exigiu a politização das Forças Armadas. Coronéis (e simples majores) castristas desfilam como se fossem divindades pelos quartéis venezuelanos. À passagem deles, diz-se, os militares locais juntam os calcanhares e adotam rígida posição de sentido.
O Brasil é, felizmente, um desafio imensamente maior para os cubanos que a Venezuela, ou a Bolívia do compañero Evo. Tanto o ex-presidente Lula quanto o assessor internacional da Presidência, Marco Aurélio Garcia, já precisaram ouvir de patentes militares que o pior que poderia acontecer no país seria a politização das Forças Armadas brasileiras. E isso porque, no Palácio do Planalto, houve quem (do alto da barba, dos óculos e da gravata borboleta) sonhasse com oficiais-generais lulistas...
Nunca existiu um partido que apoiasse tanto a renovação dos meios de Defesa no país quanto o PT (e um que frustrasse tanto as expectativas dos militares quanto o PSDB), mas o preço que os petistas cobram por seu apoio é alto.
Essa conjunção de fatores fez surgir certa expectativa em relação à dupla Eduardo Campos/Marina Silva. Ele, neto de um político no passado perseguido pelos militares; ela, a guerreira da Amazônia, que representa um potencial de problemas a certas medidas consideradas urgentes pelos militares, como a modernização da BR-319 (Manaus-Porto Velho).
A questão é que, além dos seus históricos pessoais, a dupla Eduardo/Marina também oferece um compromisso com ética e ação governamental (desenvolvimentista) mais eficiente. E isso é, verdadeiramente, novo.
Talvez eles até consigam deixar o Itamaraty esticar o pescoço por cima da linha do Equador, para enxergar que existem chances de cooperação fora do eixo Sul-Sul. E, ao afrouxar a rigidez sobre o leme, permitam que a nau gire suavemente, adotando outra proa.

Texto de Roberto Lopes
D'O Globo de 02/11/2013

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/opiniao/o-assedio-cubano-10665915#ixzz2jxIUbCFv 

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

DEIXE O BEBÊ COMER SOZINHO

Nada de sopinhas e colheres…deixe o bebê comer sozinho!


Esqueça a sopinha amassada e aqueles talheres coloridos  e simplesmente deixe seu bebê comer sozinho. Como? Com as próprias mãos. Sim, sua casa nunca mais estará limpinha como antes, mas o chamado BLW (Baby-led Weaning,  ou em tradução livre o desmame que o bebê lidera) tem ganhado cada vez mais adeptos.
O termo foi criado pela consultora em saúde Gill Rapley e é bem comum nos Estados Unidos e na Europa. No Brasil, ainda é visto com estranheza já que estamos acostumados a introduzir alimentos com frutinhas raspadas e papinhas salgadas amassadas.
A ideia do BLW é bem simples: colocar a criança na mesa junto com o restante da família e permitir que ela escolha o que comer com a própria mão. Quem é adepto da técnica diz que além da criança comer melhor, evita aquela ‘batalha’ na hora das refeições para tentar fazer o bebê comer tudo o que os pais querem.
“A maior dificuldade dos pais é em lidar com os momentos que as crianças não querem comer. Isso gera estratégias violentas como chantagens, barganhas, forçar a comer. O importante é saber que crianças de qualquer idade, quando saudáveis, comem mais em picos de crescimento”, explica Fabiolla Duarte, 38, que é consultora de introdução de alimentos para bebês e comportamento alimentar.
A mãe Stheffany Nering, 28, tem uma página no Facebook sobre o método com mais de mil integrantes. Quando a filha Lorena fez seis meses ela começou a praticar a técnica. “É libertador não ter que ficar rodeando ela para ver se comeu, se não comeu, quanto comeu. Outra vantagem é poder ir comer em restaurantes ou viajar sem precisar se preocupar em levar a comida porque ela não vai gostar do que vai ter. Ela come de tudo”, comenta.

Maria Alice, 8 meses, come sozinha durante as refeições feitas junto com a família (Foto: Arquivo pessoal)
A introdução dos alimentos sólidos começa geralmente quando a criança completa seis meses ou quando ela passa a se interessar pelo que vê os pais comer – o que pode acontecer com mais idade, principalmente, em crianças que tomam leite materno.
Fabiolla explica que a OMS (Organização Mundial da Saúde) mostra que o leite materno é o principal alimento do bebê até por volta de um ano e que, nessa fase, os alimentos são complementares à amamentação. “É para criar um bom repertório alimentar. No caso dos bebês que não são amamentados pelas mães, eles acabam se interessando pelos alimentos sólidos mais cedo”, observa.
A orientação é que os pais ofereçam primeiro alimentos que sejam mais ou menos do tamanho da mão do bebê para que ele possa pegar com a mão inteira. Algumas opções são cenoura, batata, brócolis e couve-flor (todos cozidos), maçã e banana. Mas nada impede de dar um pedaço de carne, frango ou até mesmo pão. “Por volta dos nove meses, a criança faz o movimento de pinça com as mãos e dá para dar coisas em pedacinhos bem pequenininhos, que é o que eles gostam nessa fase. Qualquer comida da família pode ser adaptada. Só é preciso cuidados com a quantidade de sal”, ressalta Stheffany.
Segundo os adeptos do método, outra vantagem do BLW é que famílias que não tinham hábitos alimentares saudáveis passam a diversificar o cardápio com mais legumes, verduras e frutas por conta das crianças.
“O bebê precisa participar das refeições familiares nos horários normais dessas tais refeições. Ele nunca deve ser forçado a comer e tampouco a ficar sentado à mesa”, observa a consultora Fabiolla, do projeto Colher de Pau. Para ela, é preciso apenas adotar critérios básicos de uma boa alimentação fugindo, por exemplo, de alimentos industrializados.
O método acaba sendo ainda mais comum em pais de ‘segunda viagem’ pois os bebês costumar copiar e ficar de olho na comida do irmão mais velho. A educadora física Fabiana Araújo começou a alimentação da caçula Maria Alice, 8 meses, dessa maneira há dois meses. Ela conta que com a filha Maria Luiza, 4 anos, fez a introdução alimentar tradicional com papinhas amassadas e frutas raspadas. “Foi difícil no começo. Ela só começou a comer melhor depois que passei a deixar que ela comesse com as mãos. Foi algo instintivo”, conta.
Já com a caçula, o método foi feito desde o início e a aceitação foi melhor. “Ela mesma decide o quanto e o que quer comer. É muito mais tranquilo”.
Fabiana explica que no início dava apenas um tipo de alimento para descartar possíveis alergias na menina. Depois, passaram a ser dados dois tipos. “Ela experimentava e decidia o que comer, na maioria das vezes comia um pouco de cada. Agora, ela come a mesma comida que o restante da família”, explica.
No ano passado, um estudo publicado pelo British Medical Journal mostrou que os bebês que escolhem a sua comida com as mãos são mais propensos a comer de forma saudável e a manter um peso ideal do que os bebês alimentados na boca com colher.
A pesquisa, da Escola de Psicologia da Universidade de Nottingham (Reino Unido), mostrou que os carboidratos, como pão e massa, são os favoritos dos bebês que se alimentam com as mãos, enquanto os de colher preferem alimentos doces.

RISCO DE ENGASGAR
As mães que são adeptas ao método BLW dizem que o maior medo de quem não conhece a técnica e vê a criança pequena comendo sozinha e é em relação ao risco de engasgar. Os especialistas em BLW dizem que a criança nunca deve ficar sozinha ao se alimentar.
No entanto, os especialistas dizem que  bebê passa a entender o mecanismo do engasgo e tenta por conta própria evitá-lo.
Mesmo sem ter todos os dentes, as crianças conseguem amolecer o alimento ou parti-lo em pequenos pedaços na boca antes de engolir. Outra recomendação para evitar os engasgos é deixar sempre a criança se alimentar sentada reta.

Texto de Giovanna Balogh do blog MATERNAR

http://maternar.blogfolha.uol.com.br/2013/10/28/nada-de-sopinhas-e-colheres-deixe-o-bebe-comer-sozinho/

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Educação: o direito ao letramento

Mais que condição "sine qua non" para que as crianças avancem na escolarização, o letramento potencializa o exercício da cidadania

"Fui passando, passando, passando e cheguei na quinta série sem saber ler nem escrever. Daí minha mãe me colocou na primeira série de novo, quando eu tinha 11 anos." Essa é a trajetória da Tia Edna, que, mesmo sem abandonar os estudos ou ser reprovada, concluiu o ensino médio apenas aos 22 anos. Hoje, com 39, ela se dedica a dar aulas de reforço para crianças na periferia de São Paulo, a maioria não alfabetizada.
O problema vivido por Tia Edna persiste. A sociedade brasileira ainda não solucionou a desigualdade que afeta, particularmente, territórios vulneráveis como as periferias urbanas e as zonas rurais. É preciso reconhecer as desigualdades que marcam o acesso à língua escrita e às práticas de letramento no Brasil.
Apenas 1 em cada 4 brasileiros domina plenamente as habilidades de leitura, escrita e matemática. Da população de 15 a 64 anos, 27% é analfabeta funcional --a proporção de analfabetos funcionais na área rural é de 44% e de 24% nas áreas urbanas. Um em cada 4 brasileiros que cursaram até o ensino fundamental 2 tem nível rudimentar de alfabetismo e somente 35% dos brasileiros com ensino médio completo podem ser considerados plenamente alfabetizados (Indicador de Alfabetismo Funcional 2011/2012).
O conceito de letramento é uma evolução do termo alfabetização. Busca responder à complexidade das demandas de conhecimento atuais, incluindo as novas mídias e linguagens. Letramento designa as diferentes práticas de leitura e escrita nos diversos domínios da vida social como o trabalho, a família e a escola.
Mesmo considerando a história de superação de tantas Tias Edna, os alunos das escolas públicas não deveriam precisar de aulas de reforço particulares. A escola é a instituição que trabalha intencionalmente o ensino da leitura e escrita. É, portanto, sua responsabilidade garantir o letramento da população, para que o indivíduo usufrua das oportunidades da sociedade contemporânea. Para isso, é necessário fortalecer o papel do professor, peça-chave para assegurar o letramento do aluno, investindo em sua formação continuada.
Mais que condição "sine qua non" para que as crianças dominem os demais aprendizados e competências e avancem na escolarização, o letramento é um direito humano. Condição que potencializa o exercício da cidadania, contribui para a formação individual e a autonomia.
A sociedade globalizada demanda cidadãos que pensem globalmente e atuem localmente. Cidadãos capazes de fazer uma leitura de mundo e contribuir para a sustentabilidade do planeta.
A escola tem que ser eficaz em seu papel fundamental de garantir o direito ao letramento, estimulando o acesso às novas práticas originadas pela cultura digital. Só assim conseguiremos avançar na construção da nação que desejamos neste século 21 --uma sociedade que, além de economicamente desenvolvida, seja socialmente justa e sustentável.
Em tempo: Tia Edna é o nome fictício de uma entrevistada na pesquisa Educação em Territórios de Alta Vulnerabilidade Social na Metrópole, coordenada pelo Cenpec, em 2012. 

Texto de MARIA ALICE SETUBAL, doutora em psicologia da educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, é presidente dos conselhos do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec) e da Fundação Tide Setubal